sábado, 5 de dezembro de 2015










terça-feira, 13 de outubro de 2015

Educação e economia : Relação com o desenvolvimento de um país

O Pisa - Programa Internacional de Avaliação de Alunos – é uma avaliação

internacional que mede o nível educacional de jovens de 15 anos, por meio de

provas de Leitura, Matemática e Ciências.

O exame é realizado a cada três anos pela OCDE (Organização para

Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade formada por governos

de 30 países que têm como princípios a democracia e a economia de mercado.

Países não membros da OCDE também podem participar do Pisa, como é o

caso do Brasil.

O objetivo principal do Pisa é produzir indicadores que contribuam, dentro e

fora dos países participantes, para a discussão da qualidade da educação

básica e que possam subsidiar políticas nacionais de melhoria da educação.

O Pisa é a ponte que liga a educação à economia do conhecimento.

A característica mais importante do Pisa é a de que a avaliação afere

habilidades consideradas essenciais para o sucesso do jovem na escola, no

mercado de trabalho e na vida da economia do século 21.

Estudos realizados com alunos que fizeram o primeiro teste do Pisa, em 2003,

comprovam a sua validade preditiva quanto ao desempenho acadêmico e

profissional dos jovens nas economias globalizadas. O Brasil participa do Pisa

desde a primeira rodada.

Através dessa avaliação chega-se a índices por país, relacionando seus

resultados com o quanto esses jovens estarão preparados (a partir dos 16

anos) para as exigências e complexidades do mercado de trabalho e como

atuarão enquanto cidadãos críticos e conscientes.

O Brasil participa do Pisa por meio do INEP, responsável pela aplicação das

provas em todo o País. Essa participação tem o intuito de situar o desempenho

dos alunos brasileiros no contexto da realidade educacional internacional, além

de possibilitar o acompanhamento das discussões sobre as áreas de

conhecimento avaliadas pelo Pisa em fóruns internacionais de especialistas. A

participação nesse processo de avaliação internacional leva, ainda, à

apropriação de conhecimentos e metodologias na área de avaliação

educacional. O Inep dissemina informações – resultados, conceitos e

metodologias – geradas pelo Pisa aos diversos autores do sistema educacional

brasileiro.

Participaram do Pisa 57 países. Além dos membros da OCDE, foram

convidados 27 países.

E o que isso tem a ver com a economia de um país?

Já é sabido que quanto mais um país investe em educação, mais ele tende a

ter uma população desenvolvida, consciente e participativa, tendo ciência de

seus direitos e deveres enquanto cidadãos. E indo além, as Ciências

Econômicas existem a partir do objetivo de se equilibrar o uso eficaz dos

recursos naturais e monetários com o crescimento econômico, e para tanto,

precisamos que as novas gerações estejam devidamente informadas,

conscientes e tendo acesso aos recursos necessários, não só para subsistir,

mas para ter base para se desenvolver, e para poder vir a fazer a diferença na

sociedade.

A organização vê um grande potencial de crescimento econômico no país se

este proporcionar educação básica universal para todos os adolescentes de 15

anos.


A OCDE estima que um cenário em que todos os adolescentes de 15 anos

estejam estudando e alcançando um nível básico de educação pode ser um

dos indicadores a  ajudar o PIB do país a crescer, nas próximas décadas.


quinta-feira, 26 de março de 2015

Por que?

"Por que você não emagrece? Por que você não se casou no "papel"?
Por que você não vai na igreja?"
Por que tantos porques, sendo que sou eu que faço minhas próprias escolhas?
Para que tantos moralismos e paradigmas?
Para ser feliz não é preciso muito, é preciso aceitar-se e aceitar os outros como são.
Cada um na sua com algo em comum, e se não tiver nada também, paciência...
Respeito sempre!

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Bastidores da Copa 2014


Leiam, principalmente os aficcionados por futebol.
Emoções de uma copa do mundo é lindo, porém, o que está por detrás desse grande evento é o mais sujo e obscuro não visto...

Para ler o artigo completo,cliquem no título abaixo:

O que há por detrás da Copa do mundo no Brasil

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Política de cotas no Brasil

A política de cotas no Brasil veio para diminuir o atraso histórico em relação às etnias que foram mais desfavorecidas econômica e socialmente em nosso país.
Sou a favor da política de cotas nas universidades, por exemplo, para os afrodescendentes e para os que durante toda a vida escolar estudaram em escolas públicas.
Sou a favor porque desde sempre as leis reservaram privilégios para os abastados, resultando em poucas oportunidades para os desafortunados.
Não acho justo nem honesto que após séculos de desigualdade, ambos (abastados e desafortunados) sejam exigidos da mesma forma. Não é justo haver
(teoricamente),as mesmas oportunidades, porém, formas desiguais de se concorrer.
Para embasar meu raciocínio,voltemos ao exemplo das cotas nas universidades:
Os abastados,vem de berço de ouro, desde cedo estudam em escolas particulares, fazem diversos cursos extracurriculares e cursinhos pré-vestibular; já os desafortunados, estudam em escolas públicas, sequer  tendo dinheiro para o material escolar e uniforme, tendo um processo de ensino público vergonhoso e de baixa qualidade. Então, quando forem prestar vestibular, concorrerão em pé de igualdade?
E lembrando que o afrodescendente brasileiro é aquele que em sua maioria – estatisticamente falando  – vem fazendo parte dos desafortunados e sofrem os mais diversos tipos de preconceitos.

Por tudo isso, devemos aos desafortunados a oportunidade de terem oportunidades e poder concorrer,em pé de igualdade, com qualquer outra pessoa no mercado de trabalho e poder ter sonhos e desejos de um futuro melhor, como qualquer outra pessoa, pois todos somos iguais!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Parafraseando César Nunes

"Erradica a ignorância e tudo o mais será erradicado".

A vida e a educação: A mais bonita de todas as nossas riquezas!

Relações educacionais

O aluno, alfabetizado ou não, chega à escola levando uma cultura que não é melhor nem pior de que a do professor. Em sala de aula, os dois lados aprenderão juntos, um com o outro - e para isso é necessário que as relações sejam afetivas e democráticas.

"Não há docência sem discência".
Freire